A importância do engenheiro na implantação da energia solar
Com grande foco na mídia e com seu constante aumento de produção, a energia solar se transformou em um negócio, e como todo negócio, profissionais não qualificados entram no mercado com foco em realizar a instalação da forma mais barata, sem focar no melhor projeto para o local e sem tomar cuidados básicos de instalação. Ao primeiro momento a economia apresentada pode se tornar uma dor de cabeça e prejuízo.
Para a instalação de um Sistema Fotovoltaico, é preciso ter a especialização necessária para otimizar o recurso solar, escolhendo adequadamente os componentes, dimensionamento corretamente os dispositivos de proteção elétrica, evitando os desperdícios financeiros e, ao final do projeto, garantindo a satisfação do consumidor final. Para este resultado, um projeto bem elaborado e com o gerenciamento de um engenheiro elétrico é imprescindível.
Aprovada em agosto de 2015, a decisão tomada pelo CONFEA em exigir Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida apenas por Engenheiro Eletricista para sistemas de microgeração distribuída tem por finalidade garantir os critérios de segurança e qualidade do sistema de distribuição. É importante destacar que a contratação de um projeto elétrico com um profissional habilitado, como determina o CONFEA, mediante contrato específico e recolhimento da ART, junto ao Crea, constitui-se numa garantia adicional ao sucesso do projeto.
O engenheiro é
responsável pela elaboração do projeto elétrico do Sistema Fotovoltaico
pois isso gera omissão da lei e as normas de segurança, sujeitando-se a riscos
incêndios, choques, gastos desnecessários com materiais elétricos por erros no
dimensionamento e falhas na escolha das proteções elétricas das instalações.
Um projeto bem estruturado por um profissional qualificado traz um controle eficiente e racional dos recursos, garantindo a segurança e funcionalidade das instalações.
Espaço Colaborativo ID4 é inaugurado
Levar a arte regional a novos espaços, promovendo a união entre arquitetos e artistas é um dos pilares do recém-inaugurado espaço da ID4. E para celebrar o lançamento, a partir do dia 6 de fevereiro, a exposição em aquarela “ Pássaros” da artista mirassolense, Tais Schiavini, estará exposta e aberta à visitação.
A artista contou um pouco sobre a sua vida e inspiração, veja como foi esta entrevista.
ID4 – Como nasceu o projeto pássaros?
Tais Schiavini Pinto – A inspiração para a coleção dos pássaros veio na minha gravidez. A partir do momento que descobri que estava grávida fiquei bem sensível e senti muita falta da liberdade das coisas que a gravidez te trava um pouco, então veio a inspiração “pássaros” pois ela transmite muito a liberdade e a nossa natureza interior.
ID4 – Como nasceu a artista Tais e porque a aquarela?
Tais Schiavini Pinto – Desde meus 4 ou 5 anos me iniciei na aula de pintura e minha mãe percebeu que tinha um dom para a pintura, por isso sempre me incentivou. Fiz 10 anos de curso de pintura em Mirassol com Maurício Borin fiz também alguns cursos em São Paulo com a Norma Vilar e nunca parei de pintar. De uns tempos para cá me especializei em aquarela, mas já utilizei várias técnicas durante a minha carreira.
ID4 – o que achou do nosso convite e porque o espirito colaborativo está tão em alta?
Tais Schiavini Pinto – É fundamental que o artista de hoje pense como a Id4, pense sustentável, pense nas parcerias, em trabalhar com produtos mais naturais, pense no meio ambiente, então, todo esse DNA ID4. Eu achei muito interessante e a ideia de participar, foi sensacional e a partir desta iniciativa vou indicar para outros amigos artistas com essa veia contemporânea e colaborativa.
ID4 – Além da coleção Pássaros, você está expondo outras coleções?
Tais Schiavini Pinto – Atualmente estou com uma exposição
num restaurante em Mirassol, o restaurante Mistura Fina. Lá estou com a coleção
Amazônia, que teve como inspiração uma viagem que fiz para a região. Nesta
exposição não temos apenas quadros, busquei no artesanato da região algumas
peças para compor toda a história.
Também estou com a coleção Rio de Janeiro, inspirada em paisagens da cidade do
Rio de Janeiro, são estas as minhas duas exposições atuais.
ID4 – E qual será a próxima coleção?
Tais Schiavini Pinto – Estou buscando material para a próxima coleção que será inspirado no pôr do sol de Mirassol, que é maravilhoso. Uma tia minha mora num prédio com a vista privilegiada e todos os dias ela tira uma foto diferente do pôr do sol da cidade.
ID4 – Qual é a importância do colaborativismo e seus negócios?
Tais Schiavini Pinto – O mundo precisa disso, o mundo
precisa de pessoas unidas que trabalhem juntos que pensam localmente e tem esta base sustentável como princípio
do seu trabalho. Chega, já deu de cada um pensar por si. A ideia hoje, o
moderno, o contemporâneo é ter essa união, trabalhar em conjunto, fazendo
parcerias que assim se faz sucesso e vai em frente.
Penso em meu trabalho, já utilizei tinta natural e linko com amigos que
trabalham também que interagem com matéria prima natural, participo de grupos
de pessoas que pensam assim
Estamos na direção sustentável e esse é o futuro.
A Id4 tem a ideia de fomentar o comércio colaborativo, onde artistas locais tem a sua voz. Abrir o nosso espaço para exposições é plantar uma semente que vai dar excelentes frutos. Conhecer e valorizar, essa é a ID4 atuando na cena artística local.
Ficha técnica
Exposição: Pássaros
Artista: Tais Schiavini Pinto
Estilo: Aquarela:
Horário de exposição:
Conheça as cidades inteligentes do mundo
2 referências mundiais em cidades inteligentes são: Songdo, Coréia do Sul e Copenhague, Dinamarca. Cidades que prezam pela qualidade de vida da população com altos investimentos em tecnologias de ponta. Cada uma com um exemplo a ser seguido:
Songdo, na Coreia do Sul
Referência em planejamento urbano, ela é um grande exemplo de aerotrópole, expressão usada pelos urbanistas para designar as cidades planejadas que crescem em torno de um aeroporto. O projeto de criação começou em 2003 e ganhou agilidade a partir de 2009, quando um programa de estímulos a investimentos foi lançado pelo governo local.
Veja este vídeo e conheça mais sobre a cidade: https://www.youtube.com/watch?v=NEM1APFzX04
Copenhague, na Dinamarca
Copenhague reduziu 21% das emissões de gases na atmosfera. Atualmente, a cidade emite, em média, 2 milhões de toneladas per capita de carbono por ano. O objetivo é diminuir ainda mais a emissão até 2025, chegando a 1,16 milhão de toneladas per capita anuais. Para atingir a meta, todos os novos edifícios precisam ser construídos segundo regras de sustentabilidade.
Metade da sua população, pouco mais de meio milhão de pessoas, usam bicicletas para chegar ao trabalho. A cidade possui um completo sistema de aluguel de bicicletas. Recentemente, elas começaram a receber sensores que detectam a qualidade do ar e ainda permitem aos usuários receber informações em tempo real sobre congestionamentos.
Dê uma volta em Copenhague aqui: https://www.youtube.com/watch?v=pnSHwjn4fqk
Bike roubada? Veja como um site e um aplicativo podem te ajudar
Desde 2009, o Cadastro Nacional de Bicicletas Roubadas (www.bicicletasroubadas.com.br), ajuda na recuperação de bicicletas roubadas por todo o país. Além disso, a plataforma tem a funcionalidade de evitar que consumidores e lojistas comprem material roubado. Com a sua intensificação, o site gerou um mapeamento de áreas de risco no país, auxiliando em muito a prática do pedal com mais segurança e prevenindo até possíveis roubos.
É muito fácil utilizar a plataforma, não é necessário ter fotos e nem o número de série do modelo roubado para o cadastro, mas guardar a nota fiscal ajuda a polícia a conferir números de série de bike roubadas. No site existe o campo estatísticas, com o ranking atualizado de roubos por cidade e por estado.
Ranking dos estados e cidades em número de roubos de 29/02/2016
O site auxilia e muito, mas pequenas ações podem começar por você e elas, com certeza, ajudarão a inibir a ação dos ladrões. Veja abaixo:
- Quando comprar sua bike, peça para o lojista colocar o número do quadro na nota fiscal. Mesmo se sua bike já tiver sido comprada, veja se é possível tirar uma segunda via com essa informação.
- Tenha a nota fiscal e o número de série do seu quadro guardado em casa. Eles são essenciais para real identificação e uma possível recuperação da bicicleta.
- Jamais deixe sua bicicleta presa com cadeado e corrente, mesmo se for na garagem do seu prédio ou casa.
- Evite andar sozinho em lugares desertos. Evite lugares estreitos ou que tenham muitas árvores, pois muitos assaltantes ficam escondidos e te derrubam quando passa.
- Sempre tenha um plano de fuga em mente. Saiba quais as ruas que você pode cruzar para despistar o assaltante.
- Saiba onde estão as cabines de polícia. Em uma perseguição você pode mudar sua rota para ir em direção a uma.
- Quando parar em semáforos, fique dando voltas em frente aos carros e não parado.
- Nunca ande contra o trânsito. Se você precisar fugir de alguém, você poderá estender os braços para os motoristas e pedir passagem. Eles podem reclamar, mas você vai conseguir passar.
- Quando for parar em algum lugar e não trancar, se sua bicicleta tiver marchas, coloque na mais leve possível (mas sem efetivamente pedalar para efetuar a troca). Com isso, se algum espertinho resolver pegar a bike, sair correndo e começar a pedalar, a marcha pode simplesmente travar ou então cair na marcha leve e o ladrão vai pedalar muito sem quase sair do lugar.
- Não deixe sua bike solta dentro de casa em local visível. Existem diversos relatos de furtos por ladrões que pularam o muro ou se aproveitaram de alguém que deixou o portão de casa aberto por poucos instantes.
Conheça também o aplicativo “Bike Registrada”
Outra vantagem digital para a segurança na pedalada é o aplicativo “Bike Registrada” (www.bikeregistrada.com.br), lançado em 2014 com serviços gratuitos e pagos, o aplicativo pode ser cadastrado por e-mail ou via conta do Facebook. Neste cadastro você consegue verificar bicicletas registradas sempre que alguém tentar lhe vender uma bike. Com esta ação o risco de adquirir bikes roubadas é muito baixo. O Bike Registrada é um “RG” da bike que permite a sua identificação e do proprietário de forma rápida e simples, além de informar se é roubada ou não. O site também permite contato direto com o dono da bike roubada, criando possibilidades reais de recuperação do bem.
Imagem indica onde encontrar o Número de Registro da sua bike. Ele é único e serve como base na recuperação em caso de roubo.
Gostou das dicas? Conhece mais algum site ou aplicativo útil? Conte para nós, a segurança no pedal nunca pode parar! Sabia que você também pode fazer um Seguro Bike e ficar mais tranquilo ainda? Faça aqui uma simulação sem compromisso.
Originally published at blog.seguralta.com.br.