Do we still the same robots?

In 1978 the German band Kraftwerk gave live to 4 robots and mixed technology and music. This “auto” personas had similarities with each musician and crossed the frontiers of show and innovation. The “man” controlled the machine and brought to the audience a unique experience.

This kind of automatic control offered more than the expectation.

If we overpass to our digital moment with a bunch of platforms for automatization budget, segmentation target and CRM review, we probably the machine takes control of the man’s creativity.

Nowadays, the human strategies are senseless, and all the spirit of telling a story, engage with the customer and delivery something beyond are gone. We give up for our creative idleness because of our short time, because of new miracle tools and the competitive digital business.

We live in a world that digital marketers are hired not by reason of strategy and creative skills, but for how many certifications of tools and platform they have.

OK!

Of course, our skills need digital tools and how to optimize then for core goals. In my first days working 100% on digital platforms, one of my good friends and digital tutor, Andrรฉ Nogueira, said something that droves me for all my digital improves.


“Focus on strategy, in what your creativity can deliver. Tools and automation platforms can all be learned and extract common results. Creativity is a big difference in digital marketing.”


Moreover, the digital marketer needs to have control of automatization and be responsible for a clear and original journey for its customers.

Let’s take control of our brain-machine!

Playlist required for this kind of reflection:

Morphine – Sharks
Rollercoaster – Black Mountain
Souls meets body – Death Cab for Cutie

A shortly brand reflexion

We became an official branded ambassador when we work directly with the clients. Every tiny crisis bit is a battle that you need to fight and, off course, win!

I have a short story to share about this.

Last week, at a famous Canadian breakfast restaurant, at the reception, a homeless came in and queued behind a 65 years old couple (fidelity clients). With this scene set, the manager came in and assisted the couple. After that, he invited the homeless to follow him outside the restaurant.

To be more definite, we are talking about a segmented public here:

  • Elderly couple
  • 60 to 80 years old

If we try to guess about their habits:

  • Eventually, they both have a volunteer job
  • They are grandparents
  • Religious
  • Get involved with right causes

At that moment, there were about 8 clients in the restaurant, and everyone saw that scene.

Clients that are added to the segmentation above.

On the other side of the scene, the homeless just wanted to have some food; however, the manager did not accept his โ€œorderโ€ and inquired the homeless to go away.

Is that the right procedure to be considered for a brand ambassador in front of fidelity consumers? For this segmentation, Is this word of mouth marketing an active channel?

Yes, off course!

What is the mission of a family business? Do they do business with love and respect?

Or

Do they make a company just to profit?

Follow company rules is something acceptable. Nevertheless, when it comes to basic human needs, it is necessary to break some of those rules.

Here is a short checklist for all ambassador brands in all kinds of a segment.

Please, take note:

  • Engaged and have knowledge of the missionโ€™s company.
  • If something like this happens, think about your responsibility as a good human being!
  • Be proud to do the right action
  • Daily actions make to connect with DNA brand

See you in a good mood/See you in a good deed!

 If you are so upset with this, please click here. 

If you are thoughtful, please click here. 

If you are โ€œI donโ€™t know,โ€ please click here.

Reflexรฃo em roda – Ou – Sorte que choveu

Pesquisando na internet sobre bikes e associaรงรตes no Canadรก cheguei ao London Cycle Link, um espaรงo para vocรช ir acompanhado da sua โ€œmagrelaโ€ e dar aquela regulagem e pequenos consertos. Num esquema de “faรงa vocรช mesmo”, o ciclista รฉ quem suja a mรฃo de graxa, tudo orientado por uma equipe profissional. No site da organizaรงรฃo tem um espaรงo dedicado a se candidatar como voluntรกrio. Nรฃo perdi tempo, corri e fiz a minha inscriรงรฃo e, por sorte, estava prรณximo ao evento o โ€œGathering on Green IIโ€.

Apรณs o preenchimento recebi um cordial e-mail do diretor da organizaรงรฃo, Daniel Hall, me agradecendo e confirmando que estava selecionado para auxilia. Em poucas trocas de e-mails, ele explicou o que deveria fazer: seria um dos responsรกveis para orientar os ciclistas de como estacionar as bikes durante o evento.

No dia do evento, sai ร s 15h30 do serviรงo, peguei a bike, joguei no GPS a localizaรงรฃo e para minha tristeza: apenas 8 minutos pedalando (que tรฉdio โ€“ rsrsr). Meu cronograma de trabalho era para auxiliar das 16h ร s 18h30.ย 

Durante o percurso atรฉ o local, o tempo foi fechando e comeรงando a dar um big olรก para a chuva.

Cheguei, me apresentei e jรก comecei o trabalho!

Como a ajuda da chuva que estava vindo, ninguรฉm chegava, sรณ iam embora, espantados pelo mau tempo.

Entregando a bike de uma simpรกtica canadense (nos seus setenta e tantos anos) olhamos para o cรฉu e ela chegou…

Bum!

Nรฃo era o comeรงo de Thunderstruck, era chuva mesmo. Olha, e das fortes.

A base da equipe London Cycle Link era uma tenda montรกvel que no mรกximo daria para umas 6 pessoas. Lotaรงรฃo mรกxima ao quadrado naquele momento! Adultos em pรฉ segurando a tenda para nรฃo voar, crianรงas debaixo da mesa e os mais velhos sentados nas cadeiras dos voluntรกrios. Tenda cheia de pessoas e de culturas. Canadenses, colombianos, indianos, mexicanos, brasileiro e alemรฃo.

Foto tirada de dentro da tenda

Para passar o tempo e nรฃo se preocupar por estar todo molhado o primeiro tema puxado por um canadense com seus 60 e poucos anos englobava o evento e a iniciativa da prefeitura para transformar London em uma cidade mais verde e amigรกvel para as bikes. Nesta conversa, uma senhora canadense, recรฉm-chegada de Copenhagen, que estava sentadinha em um dos cantos da tenda, comeรงou a falar como era lรก. Num resumo da รณpera: ย 2 bikes por pessoa, ruas sem carros, altos impostos para manter mais de um carro e vรกrios incentivos e, principalmente, mobilidade urbana baseada nos ciclistas.

E a conversa andou, melhor nรฉ, pedalou, por belos campos de iniciativas, ruas sinalizadas de respeito, trilhas de conscientizaรงรฃo etc. Fiquei maravilhado como uma cidade poderia ser diferente e focada no desenvolvimento saudรกvel entre homem e meio ambiente.

Quando eu e a minha famรญlia chegamos aqui, na virada do outono para o inverno, comeรงo de novembro, as ideias de pedalar ficaram hibernadas por alguns meses. No final de janeiro encarei algumas pedaladas. Olha รฉ fรกcil se adaptar a pedalar em temperaturas negativas, uma experiรชncia que todo ciclista deveria passar.

Pedal com – 5 graus

E a coisa foi crescendo e no Strava, entre janeiro e agosto, chegamos aos 1.200 km. E por esses quilรดmetros passaram toda uma estrutura e bondade do trรขnsito, vivendo todos ( na maioria do tempo) em harmonia. Carros, bicicletas e pedestres todos sabendo da suas responsabilidades e deveres, colocando em prรกtica o exercรญcio da empatia a cada cruzamento.

Bom, voltando a Copenhagen, um canadense mais fervoroso solta isso:

Poxa! O Canadรก tem que melhorar muito para chegar ao nรญvel de Copenhagen!”

Essa foi a frase que desencadeou o apogeu da conversa e da interaรงรฃo geral. Cada um que estava debaixo da tenda citou suas experiรชncias de pedal: Montreal, Vancouver, Toronto, Winnipeg e outras cidades. A conversa passou por Paris, Amsterdรฃ e outras referรชncias em infraestrutura e mobilidade urbana da Europa.

Hum.

Sabe aquele olhar de โ€œrabo de zรณioโ€ tรญpico do sul-americano que quer ficar invisรญvel e mudo? Acho que vai sobrar pra mim – pensei. Fiquei com medo de ser questionado e falar que no Brasil carro รฉ item bรกsico que, na maioria dos casos, รฉ adquirido aos 18 anos. Que ser ciclista รฉ ser taxado de bicho grilo, louco e por aรญ vai.

Ciclovia inundada pela chuva

Fiquei com medo de falar que na minha cidade nรฃo existe nada planejado para escoamento urbano, que tudo รฉ em funรงรฃo das ruas cheias de carros (e que a conta de 1 carro por pessoa รฉ real e todos saem juntos e solitรกrios em seus estandartes de exuberรขncia e โ€œautoโ€ afirmaรงรฃo). Fiquei com vergonha de falar que no meu รบltimo emprego fui avisado que nรฃo poderia deixar a bike no estacionamento, pois atrapalhava os diretores estacionarem seus carros. Fiquei com vergonha de falar que a populaรงรฃo brasileira รฉ egoรญsta e preza pelo lema: “Levar vantagem sempre ou melhor ele do que eu“.

No meio desse cruzamento sem GPS de pensamentos nรฃo sabia para onde ir. Apenas fechei os olhos e, de alma lavada, vi que nรฃo participava da conversa. Nรฃo por discriminaรงรฃo, mas por vergonha de tudo que vivi e vi no meu paรญs sobre mobilidade urbana.

Naquele momento percebi que โ€œeu mesmo me excluiโ€ da conversa.

Fisicamente fiquei de fora da tenda e nรฃo me importei nada em estar todo molhado.
: /


 [DS1]

InSights

Nada melhor do que andar por onde sua histรณria passou. Sabendo que, educadamente, vocรช pisou nela e nem doeu.

Ter aquele momento de รณcio emocional faz
bem para a alma, faz bem para viver - saudade รฉ uma palavra tรฃo eterna.

Sรฃo novos tempos, novos sapatos em velhos pรฉs.

Nรฃo adianta mentir, รฉ sempre diferente. Nรฃo cansamos de ver e nรฃo cansamos de errar.

O 3d do que era รฉ tรฃo real e tรฃo cruel como o que faltou coragem de passar e provar.