Please, read the bills!

Atualmente estou performando poucas campanhas digitais, aqui, no Canadá,  ainda não tive a oportunidade. Apenas um projeto gerenciando no Brasil, estou usando o tempo de ócio profissional para aperfeiçoar o inglês e se reciclar, um ciclo que não pode parar – ainda mais quando você trabalha com um segmento tão dinâmico e volátil como o marketing digital.

Vi uma oportunidade de desenvolver uma linha paralela entre o cotidiano de um planejamento digital e meu atual emprego, no setor de frutas em um dos Breakfest and Lunch mais conhecidos da cidade: Cora. Comecei a ver uma similaridade ímpar nas 2 frentes de trabalho, uma proximidade de estratégia e planejamento fez nascer outros pontos de vista e cuidados que gostaria de compartilhar.

Começo com uma reflexão: “ Aprendendo sempre e empregando no que estamos fazendo atualmente, com certeza, faz a diferença”.

A pressão da performance

O pedido está na sessão é hora de fazer seu melhor dentro de um padrão, parece simples, mas quando chega a hora do rush são 5 pedidos simultâneos e a pressão é tomada. Como manter o padrão e atender a tantos pedidos?

É a conhecida pressão de set up da campanha. Depois de conversar com o cliente estabelecer o foco, criar o briefing e realizar o brainstorm com a equipe é a hora de colocar em prática. Mas não é assim que acontece, pois temos que criar os “padrões” do planejamento, criando as personas de ação, analisando os melhores canais para otimizar o investimento, criar os anúncios e os presets iniciais. E do outro lado o cliente pressionando porque está perdendo dinheiro, os anúncios dos competidores performando e o mercado digital girando.

Como manter os “2” clientes que estão aguardando e ansiosos pelo melhor prato/retorno?

Foco é chover no molhado, mas podemos citar mais 1: crie seu próprio fluxo de ação e gradativamente vai o aperfeiçoando, mesmo que fora do horário do trabalho você treine e treine cada vez mais. Em outras palavras: estude! Ache o seu melhor desempenho e o otimize em um fluxo que seja confortável para você.

Você não nasceu sabendo, teve algum mentor, aula, curso e relativos. Todos tentaram lhe apresentar o melhor jeito de fazer e se você fluiu para ser uma cópia é a hora de se reinventar.

Quando cheguei na cozinha, tive um primeiro dia de tanta informação e apresentações que pensei que não conseguiria. Imagine um canadense com o inglês nativo explicando cortes, funções, preparos e tudo mais como se estivesse falando com um outro canadense, foi insano, tudo absorvido como uma esponja.

Com este problema já logo de entrada cheguei em casa e fui direto pro site do restaurante e me debrucei ao notebook e passei a ver os pratos, nomes, interpretar o que é como poderia ser desenvolvidos. Criei meu primeiro conceito de como fazer e me preparei para o segundo dia de trabalho. E os dias foram se passando, novos “tutores” me apresentaram seus melhores jeitos e preparos, desse conhecimento comecei a moldar o meu próprio ritmo e estilo, de assistente, ganhei 3 dias na semana que trabalho sozinho em meu setor, atendendo os pedidos dentro do que preparei para ação, dentro no meu set up original e único.

Preparar o dia para que não haja desperdício

Imagina que a loucura de sábado e domingo agitado do restaurante chegou ao fim e quase tudo dos preparos estão no final, mas lembrando que virá uma segunda e, como na maioria das vezes, um dia de limpeza com raros momentos de rush. Como fazer os preparos sem perder os alimentos e preparos frescos e perecíveis, como manter a qualidade e sabor do restaurante?

Vamos levar a situação para uma campanha. Várias personas, vários levantamentos e a vontade de colocar no ar rapidamente, mas sem estragar todo material criativo criado em horários e canais que não vão otimizar o investimento e, em muitas vezes, queimar o caminho do cliente até a ação. Difícil mas não impossível, um pouco de experiência de “casa” pode ajudar no caminho do “achismo”, mas para não errar é hora de pesquisar horários de maior fluxo dos canais, começar com um verba menor e analisar toda a trajetória. Imprescindível aqui é uma boa ferramenta de análise (conhecer pelo pixel do Facebook, Google Analytics e ferramentas de acompanhamento e análise).

Pode estar tudo pré programado, estar no cardápio, mas para cada pedido de um cliente teremos peculiaridades e pontos importantes que precisam ser avaliados. É assim que tem que ser e é assim que o cliente será fidelizado.

Por favor, então, leia o pedido sempre!

A importância do engenheiro na implantação da energia solar

Com grande foco na mídia e com seu constante aumento de produção, a energia solar se transformou em um negócio, e como todo negócio, profissionais não qualificados entram no mercado com foco em realizar a instalação da forma mais barata, sem focar no melhor projeto para o local e sem tomar cuidados básicos de instalação. Ao primeiro momento a economia apresentada pode se tornar uma dor de cabeça e prejuízo. 

Para a instalação de um Sistema Fotovoltaico, é preciso ter a especialização necessária para otimizar o recurso solar, escolhendo adequadamente os componentes, dimensionamento corretamente os dispositivos de proteção elétrica, evitando os desperdícios financeiros e, ao final do projeto, garantindo a satisfação do consumidor final. Para este resultado, um projeto bem elaborado e com o gerenciamento de um engenheiro elétrico é imprescindível.

Aprovada em agosto de 2015, a decisão tomada pelo CONFEA em exigir Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida apenas por Engenheiro Eletricista para sistemas de microgeração distribuída tem por finalidade garantir os critérios de segurança e qualidade do sistema de distribuição. É importante destacar que a contratação de um projeto elétrico com um profissional habilitado, como determina o CONFEA, mediante contrato específico e recolhimento da ART, junto ao Crea, constitui-se numa garantia adicional ao sucesso do projeto.

O engenheiro é responsável pela elaboração do projeto elétrico do Sistema Fotovoltaico
pois isso gera omissão da lei e as normas de segurança, sujeitando-se a riscos incêndios, choques, gastos desnecessários com materiais elétricos por erros no dimensionamento e falhas na escolha das proteções elétricas das instalações.

Um projeto bem estruturado por um profissional qualificado traz um controle eficiente e racional dos recursos, garantindo a segurança e funcionalidade das instalações.

Espaço Colaborativo ID4 é inaugurado

Levar a arte regional a novos espaços, promovendo a união entre arquitetos e artistas é um dos pilares do recém-inaugurado espaço da ID4.  E para celebrar o lançamento, a partir do dia 6 de fevereiro, a exposição em aquarela “ Pássaros” da artista mirassolense, Tais Schiavini, estará exposta e aberta à visitação.

A artista contou um pouco sobre a sua vida e inspiração, veja como foi esta entrevista.

ID4 – Como nasceu o projeto pássaros?

Tais Schiavini Pinto –  A inspiração para a coleção dos pássaros veio na minha gravidez. A partir do momento que descobri que estava grávida fiquei bem sensível e senti muita falta da liberdade das coisas que a gravidez te trava um pouco, então veio a inspiração “pássaros” pois ela transmite muito a liberdade e a nossa natureza interior.

ID4 – Como nasceu a artista Tais e porque a aquarela?

Tais Schiavini Pinto – Desde meus 4 ou 5 anos me iniciei na aula de pintura e minha mãe percebeu que tinha um dom para a pintura, por isso sempre me incentivou. Fiz 10 anos de curso de pintura em Mirassol com Maurício Borin fiz também alguns cursos em São Paulo com a Norma Vilar e nunca parei de pintar. De uns tempos para cá me especializei em aquarela, mas já utilizei várias técnicas durante a minha carreira.

ID4 –  o que achou do nosso convite e porque o espirito colaborativo está tão em alta?

Tais Schiavini Pinto – É fundamental que o artista de hoje pense como a Id4, pense sustentável, pense nas parcerias, em trabalhar com produtos mais naturais, pense no meio ambiente, então, todo esse DNA ID4. Eu achei muito interessante e a ideia de participar, foi sensacional e a partir desta iniciativa vou indicar para outros amigos artistas com essa veia contemporânea e colaborativa.

ID4 –  Além da coleção Pássaros, você está expondo outras coleções?

Tais Schiavini Pinto – Atualmente estou com uma exposição num restaurante em Mirassol, o restaurante Mistura Fina. Lá estou com a coleção Amazônia, que teve como inspiração uma viagem que fiz para a região. Nesta exposição não temos apenas quadros, busquei no artesanato da região algumas peças para compor toda a história.
Também estou com a coleção Rio de Janeiro, inspirada em paisagens da cidade do Rio de Janeiro, são estas as minhas duas exposições atuais.

ID4 – E qual será a próxima coleção?

Tais Schiavini Pinto – Estou buscando material para a próxima coleção que será inspirado no pôr do sol de Mirassol, que é maravilhoso. Uma tia minha mora num prédio com a vista privilegiada e todos os dias ela tira uma foto diferente do pôr do sol da cidade.

ID4 – Qual é a importância do colaborativismo e seus negócios?

Tais Schiavini Pinto – O mundo precisa disso, o mundo precisa de pessoas unidas que trabalhem juntos que pensam localmente e tem esta base sustentável como princípio do seu trabalho. Chega, já deu de cada um pensar por si. A ideia hoje, o moderno, o contemporâneo é ter essa união, trabalhar em conjunto, fazendo parcerias que assim se faz sucesso e vai em frente.
Penso em meu trabalho, já utilizei tinta natural e linko com amigos que trabalham também que interagem com matéria prima natural, participo de grupos de pessoas que pensam assim

Estamos na direção sustentável e esse é o futuro.

A Id4 tem a ideia de fomentar o comércio colaborativo, onde artistas locais tem a sua voz. Abrir o nosso espaço para exposições é plantar uma semente que vai dar excelentes frutos. Conhecer e valorizar, essa é a ID4 atuando na cena artística local.

Ficha técnica

Exposição: Pássaros
Artista: Tais Schiavini Pinto
Estilo: Aquarela:
Horário de exposição:

Conheça as cidades inteligentes do mundo

2 referências mundiais em cidades inteligentes são: Songdo, Coréia do Sul e Copenhague, Dinamarca. Cidades que prezam pela qualidade de vida da população com altos investimentos em tecnologias de ponta. Cada uma com um exemplo a ser seguido:

Songdo, na Coreia do Sul

Referência em planejamento urbano, ela é um grande exemplo de aerotrópole, expressão usada pelos urbanistas para designar as cidades planejadas que crescem em torno de um aeroporto. O projeto de criação começou em 2003 e ganhou agilidade a partir de 2009, quando um programa de estímulos a investimentos foi lançado pelo governo local.

Veja este vídeo e conheça mais sobre a cidade: https://www.youtube.com/watch?v=NEM1APFzX04

Copenhague, na Dinamarca

Copenhague reduziu 21% das emissões de gases na atmosfera. Atualmente, a cidade emite, em média, 2 milhões de toneladas per capita de carbono por ano. O objetivo é diminuir ainda mais a emissão até 2025, chegando a 1,16 milhão de toneladas per capita anuais. Para atingir a meta, todos os novos edifícios precisam ser construídos segundo regras de sustentabilidade.

Metade da sua população, pouco mais de meio milhão de pessoas, usam bicicletas para chegar ao trabalho. A cidade possui um completo sistema de aluguel de bicicletas. Recentemente, elas começaram a receber sensores que detectam a qualidade do ar e ainda permitem aos usuários receber informações em tempo real sobre congestionamentos.

Dê uma volta em Copenhague aqui: https://www.youtube.com/watch?v=pnSHwjn4fqk